quarta-feira, 16 de maio de 2012

CARLOS FUENTES (11/11/1928 - 15/05/2012)

Un artista sabe que no hay belleza sin forma pero también que la forma de la belleza depende del ideal de una cultura. El artista trasciende, parcial y momentáneamente, el dilema, añadiendo un factor: no hay belleza sin mirada. Es natural que un artista privilegie a la mirada. Pero un gran artista nos invita no sólo a mirar sino a imaginar.
Carlos Fuentes

7 comentários:

Assis Freitas disse...

o olhar e a transfiguração, o que se desperta para o além, a literatura a explodir significados,


abraço

p.s. a cada dia vamos perdendo os faróis, as antenas

Rayuela disse...

imaginé tantos vuelos con sus palabras!


abrazo*

Ana Tapadas disse...

Um obreiro da humanidade.

«28 de agosto de 1997
Carlos Fuentes, o grande escritor mexicano, a quem admiro desde que, há muitos anos já, li esse livro fascinante que é Aura, passou ontem por Lanzarote. Veio com sua mulher, a jornalista Silvia Lemus, estiveram algumas horas (duas delas ocupadas por uma entrevista que dei a Silvia), e juntos visitámos a Fundação César Manrique. Ficou claro, logo desde o primeiro momento, que estávamos a colocar a primeira pedra de uma amizade que se consolidará (estou certo disso) na viagem que Pilar e eu faremos, no próximo ano, ao México. Registo aqui o recolhimento com que Carlos Fuentes leu o poema de Rafael Alberti dedicado a César Manrique, aquele que está na Fundação: Vuelvo a encontrar mi azul... No fim, Fuentes disse: «Poetas como Alberti e Neruda convertem em poesia tudo o que tocam.» Foi um dia grande para Lanzarote.

in Cadernos de Lanzarote, volume V»


Beijo.

Ana Tapadas disse...

Um obreiro da humanidade.

«28 de agosto de 1997
Carlos Fuentes, o grande escritor mexicano, a quem admiro desde que, há muitos anos já, li esse livro fascinante que é Aura, passou ontem por Lanzarote. Veio com sua mulher, a jornalista Silvia Lemus, estiveram algumas horas (duas delas ocupadas por uma entrevista que dei a Silvia), e juntos visitámos a Fundação César Manrique. Ficou claro, logo desde o primeiro momento, que estávamos a colocar a primeira pedra de uma amizade que se consolidará (estou certo disso) na viagem que Pilar e eu faremos, no próximo ano, ao México. Registo aqui o recolhimento com que Carlos Fuentes leu o poema de Rafael Alberti dedicado a César Manrique, aquele que está na Fundação: Vuelvo a encontrar mi azul... No fim, Fuentes disse: «Poetas como Alberti e Neruda convertem em poesia tudo o que tocam.» Foi um dia grande para Lanzarote.

in Cadernos de Lanzarote, volume V»


Beijo.

Francisco Coimbra disse...

Eis um blog onde a escrita vive de belas leituras, parabéns!

João Renato disse...

A Globo reprisou uma entrevista muito boa dele, logo após o anúncio da sua morte.
Mas não entendi porque ela foi dada em inglês, se o espanhol é uma língua bem mais bonita e com a sonoridade mais próxima da nossa.
JR.

Anônimo disse...

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