sábado, 3 de abril de 2010

TRECHO FINAL DE "RESSURREIÇÃO", DE CRUZ E SOUSA

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Porém tu, afinal, ressuscitaste
E tudo em mim ressuscita.

E o meu Amor, que repurificaste,
Canta na paz infinita!
-------------------------Cruz e Sousa



Ilustração: Ressurreição (1463-65), de Piero della Francesca. Museu Cívico (Pinacoteca Comunale) de Sansepolcro, Toscana.

10 comentários:

Shahid disse...

Que lindo, Gerana! E muito apropriado à Páscoa.

Sobre o Flávio Costa, esse nome me é familiar. Só não consigo ligar o nome à pessoa. Se me disser o período em que ele trabalhou lá, quem sabe, até mesmo eu o conheço (trabalhei na Bloch de 1989 a 1992).

Beijos, querida. Feliz Páscoa!

Adriana Karnal disse...

Lindo, Gerana. Seu blog sempr com muito bom gosto.Feliz Páscoa.

Edu O. disse...

Que beleza!!

Assis Freitas disse...

"Ressuscita-me,
nem que seja só porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo quotidiano!". Os versos de Cruz e Sousa me levaram a Maiakóvski. Abraço.

Ana Cecília disse...

Belíssimo, Gerana.
Desejo a você uma feliz Páscoa, plenamente significada.

Anônimo disse...

Uma das mais belas histórias do mundo termina com os reflexos de uma Presença, bastante semelhantes a nuvens que o Sol já posto ainda ilumina. (M. Yourcenar)

Os cristãos celebram a Ressureição durante os próximos 50 dias.
Que seja a certeza enraizada de que a morte não tem a última palavra.

Um abraço cheio de confiança

Maria Helena

Janaina Amado disse...

Gerana, passei para deixar-lhe um beijo de Páscoa, agora acompanhada de Cruz e Souza.

claudio rodrigues disse...

LIndo , Gerana. Os poetas tem uma grandeza ao falar do Sagrado, né?

glaucia lemos disse...

Demais!

Fernando Campanella disse...

Belos versos de Cruz e Souza, Gerana, um achado.