
A foto é do espaço dedicado a Manuel Bandeira na Feira Literária Internacional de Paraty 2009. Nosso poeta que jamais morrerá, ainda que quissesse:
Morrer tão completamente
Que um dia ao lerem o teu nome num papel
Perguntem: " Quem foi...?"
Morrer mais completamente ainda,
- Sem deixar sequer esse nome.
3 comentários:
Ai, Bandeira, meu poeta preferido desde a infância com seu "porquinho da índia"...
Só morrem completamente, Bandeira, aqueles que nunca foram amados. Por ninguém.
Adoro Bandeira!
Postar um comentário