domingo, 14 de setembro de 2008

DE 61 ATÉ 70


Gerana Damulakis


61- Moll Flanders, de Daniel Defoe

62- Corpo vivo, de Adonias Filho

63- Minha querida Sputnik, de Haruki Murakami

64- Trilogia + um (Espere a primavera, Bandini; Pergunte ao pó; Sonhos de Bunker Hills e, postumamente publicado O caminho de Los Angeles), de John Fante

65- Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida

66- Recordações do Escrivão Isaías Caminha, de Lima Barreto

67- O cortiço, de Aluízio Azevedo

68- Ah, até parece o paraíso, de John Cheever

69- Anna Kariênina, de Liev Tolstói

70- Equador, de Miguel Sousa Tavares

TRECHO de Anna Kariênina, de Tolstói (foto): aqui, apenas a primeira frase do romance bastará. No romance encontram-se, inclusive, parágrafos que seriam escolhidos, mas a primeira frase de Anna Kariênina é, para mim, a melhor primeira frase de todos os romances que li; inesquecível, portanto antológica.

Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira.

5 comentários:

Flamarion Silva disse...

Este início de Ana Karenina é mesmo inesquecível. Foi o primeiro romance que li de Tolstoi. Prenderam-me as duas histórias contidas nele. A imagem de Ana na estação e a morte dela também são inesquecíveis. E o drama de Karenine, a angústia por imaginar-se traído... E o desespero de Ana vendo Vronski caindo do cavalo (tem essa cena? Se não tem, eu a imaginei) Todo o romance é inesquecível. O baile, a neve...
Depois fui ler Guerra e Paz e fui abatido. Sonata a Kreutzer desconcerta nossos conceitos. Tudo de Tolstói é ótimo de ser lido.

Goulart Gomes disse...

Gerana: você está "roubando"! Já são duas trilogias! Brincadeirinha! Quanto mais, melhor!

Goulart Gomes disse...

E ao tempo de Tolstói não existiam comerciais de margarina!

tita coelho disse...

Adorei esse títulos Gerana :)
beijos

gláucia Lemos disse...

Tolstoi me perdôe, mas acho que cada família feliz também é feliz à sua maneira. Cada casal, cada grupo, encontra sua fórmula, a que lhe convém, às vezes uma que não nos convence, mas é aquela que a eles serve. Também li Ana Karenina na adolescência, e é um dos que quero reler na maturidade, como estou fazendo com Crime e castigo, A montanha mágica, Os Irmãos Karamazov e outros.