

Nem acredito que não fui ao lançamento de Ao amigo desconhecido (Fundação Pedro Calmon, Selo Letras da Bahia, 2008), de meu querido amigo Lago Júnior. Foi uma honra fazer o prefácio deste seu segundo livro de poemas, assim como fiz o do primeiro. De Dúbio Labíolo - Transparências (BDA, 1996) tirei, inclusive, um verso para levar comigo vida afora: "Se da dúvida do não, eu sempre fizer a dúvida do sim, pode ser que eu ame muito mais".
DONA VIDA E DONA MORTE
Lago Júnior
Sou um poema de sínteses.
Pêndulo equalizador.
Antítese azul.
Tese amarela.
Sou seu e dela,
das imagens que fiz de mim e de vós,
Senhoras.
Um comentário:
Gerana tem razão , é uma filosofia para ser colhida e guardada. Eu fui e já li alguns poemas quando regressei, também reservei esse poema como dos melhores do livro que tem outros que também merecem menção.
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