
Prezada G. D.,
Lago Júnior
Quero ser o que escrevo.
Consubstanciar-me-se.
Afinal, não passo de um objeto de estudo?
Ora, bolas!
Eu reinvento meu minuto, cada um não reinventa o seu?!
Entre os dedos - literalmente
falando - guardo e consumo
um incenso de alfazema.
Cheiro de simplicidade.
Logo eu (eu... eu... ) um complexo anônimo;
um cavalo de troças, um vilão bonzinho.
(Argh.) Eu queria sorrir muito.
Mas nem sempre é singular.
Do livro Ao amigo desconhecido, que Lago Júnior lançará dia 31/07.
5 comentários:
Bacana, estarei lá
2º livro de poemas de Lago Júnior. Sinto muita satisfação por ter participado de ambos com prefácios. Sinto muito orgulho ao conferir em cada poema que leio o poeta que sempre acreditei em Lago. Hoje, pegando no livro, lendo-o, admirando-o, sinto muita alegria. Parabéns, amigo!
Li Dúbio Labíolo e gostei muito. É uma poesia instigante e surpreende a cada verso. Lerei este também.
Poesia aberta ao mundo, sem o que lhe amarre em formas. Qual o local do lançamento?
Também quero ir. Lago Júnior, tem um convite sobrando?
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