
O preço de uma pessoa vê-se na maneira como gosta de usar as palavras. Lê-se nos olhos das pessoas. As palavras dançam nos olhos das pessoas conforme o palco de cada um.
Almada Negreiros
CENTENÁRIO DAS PALAVRAS
Todos os dias faz anos que foram inventadas as palavras. É preciso festejar todos os dias o centenário das palavras.
Almada Negreiros
Ilustração: Acrobatas, de Almada Negreiros (1893-1970).
27 comentários:
festejemos as palavras!!!! Adorei o poema!
Preço não sei, o valor talvez. De qualquer modo, um brinde às palavras!
Admirável Amiga:
Almada Negreiros foi um talento Universal.
Lindo, o seu soberbo encanto de o homenagear.
Um Post perfeito feito com a sua sensibilidade de sonho.
Parabéns.
Beijinhos mil de respeito pelo seu valor de ouro puro numa escrita poderosa, criativa e extraordinária a que dá vida.
Com admiração SEMPRE e constante
pena
Excelente, amiga!
Bem-Haja!
Penso que sim Gerana: as palavras dizem muito!
Abraços,
Tânia
o tempo passa e elas, as palavras, continuam novinhas prontas para o uso,
abraço
"As pessoas que eu mais admiro são aquelas que nunca acabam." - Almada Negreiros (1893 - 1970)
festejemos, entonces, el vuelo de las
p
a
l
a
b
r
a
s >*<
beso
Gerana, você sempre me surpreende com uma nova visão sobre as pessoas e sobre as palavras. Essa sua cartola de sensibilidade e cultura parece a de um mágico a sacar mais e mais coelhos :)
É preciso habitar as palavras com um coração.
É preciso habitar as palavras. Com um coração.
PALAVRAS INTERESSANTES DE UM GRANDE ESCRITOR.
QUERIDA AMIGA, BOM FIM DE SEMANA.
BEIJOS.
Por isso é uma leitura tão preciosa a leitura e releitura dos dicionários.
Um exemplo que li ontém: em espanhol tenemos o verbo carpir-no sentido de preparar a terra para a labrança- sentido que comparte com o portugués. Mas não tenemos a palavra carpideira!
Existe plañidera ou llorona- a mulher que tém por ofício chorar defuntos alheios- mas carpideira,não. Por qué existe o verbo em ambas línguas e não ese sentido figurado do substantivo?
No centenário das palavras é boa ocasião de festejar e historiar seus mistérios.
Me lembrou Mia Couto...
Organizar um caos, eis a criação" (Apollinaire)...
principalmente o caos das palavras
beijos e agradecido pelas visitas ao Rembrandt
adorei tudo...
Gerana...
Agradeço...
principalmente...você...
querida leitora...
por me inspirar...
Beijos
Leca
GErana,
confesso que conheço pouco desse escritor...mas sim, a palavra tem peso, preço e prazo.
Devemos sempre muito às palavras, em todos os momentos e situações. E é pura verdade que elas habitam o olhar - o olhar prediz as palavras.
Gerana, fiquei curiosa para saber tua opinião sobre o livro de Gaiman.
Beijo e um ótimo fim de semana.
Festa, dança, cores, leitura: as palavras são tudo isso!
Há uma alegria particular nesses trechos de Almada Negreiros selecionados por você, Gerana!
Beijos.
Jefferson
O texto de abertura merece um prêmio. Verdadeiro e profundo.Você vale o que você diz, ou pensa. Certo.
Oi, Gerana. Já deixei uns dois comentários em seu blogue, mas talvez você não tenha visto diante dos tantos que recebe a cada postagem. Queria saber como faço para te passar o livro.
Beijos.
Mesmo no que achamos que é sua ausência, no silêncio há palavras zanzando em nossa mente.
Sempre fico com saudade quando você não aparece lá. As vezes, confesso, fico com ciume!
E lembrei de todas as vezes em que visito o seu blog e de outras pessoas e não tenho tempo de comentar.
Mas vale dizer que sua presença é especial.
Assim como é especial aqui a sua coleta de especiarias, com a qual você presenteia a todos!
Beijo!
lembrei-me de um poeminha que fiz faz tempo:
na ponta da língua
líria porto
saí do armário
admito
amo a palavra
e com ela mantenho
relações íntimas
*
segui as pegadas do assis freitas e cheguei aqui...
besos
Muito boas essas palavras de Almada Negreiros. Dizem muito.
Um abraço.
sim..... as palavras, criadoras e destruidoras de mundos, de sonhos e de vidas!
Sábias palavras...
Eu não consigo pensar em Almada Negreiros senão como pintor. E li seu Nome de Guerra.
Mas, como se preocupava, se encantava assim com as palavras, tenho que me lembrar sempre de que era poeta.
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