Gerana Damulakis
Tenho especial paixão pelos livros de Saramago (grande novidade!), mas não sei dizer qual é o meu preferido. Muitas vezes penso ser O ano da morte de Ricardo Reis, mas guardo A caverna dentro de mim como o livro emblemático do mundo atual. Ocorre o mesmo com O homem duplicado e Ensaio sobre a cegueira, assim como Ensaio sobre a lucidez, atestados do nosso tempo e suas circunstâncias. Em caderno especial (sim, um caderno mesmo!, posso pegar nele e isso é importante) registro frases com as páginas referentes a cada romance. Li todos os livros de Saramago, inclusive a poesia (já postei uma aqui). Uma hora lá, pego o caderno, abro e tiro uma frase. Como a que vai abaixo.

José Saramago
in A caverna
4 comentários:
Fez falta. E muita. Saudades.
Kátia, Gláucia, Carlos e Terezinha, Aleilton e Rosana, Luís, Lima: estava com tanta vontade de conversar com vocês. Foi praga!
AH Saramago!!!!!! Os meus são Memorial do Convento e Evangelho segundo Jesus Cristo,que já li 2 vezes. Mas como esquecer A Caverna?
REsumi em email alguma coisa da reunião. Mas você fez muita falta.
Não sei explicar como me sinto, Gerana. Talvez um misto de 'puxa!que maravilha' com 'céus!não mereço'. Fato é que não sei quem lê as palavras soltas e caóticas que deixo por lá, e ao encontrar seu comentário me senti leve e encantada. Obrigada. Cada vez mais valorizo a leveza e o encantamento é reação inevitável diante do "leitora crítica".
Tenho muito a aprender aqui e agradeço a você, por isso, também.
Algum dia, quando puder, me conte a magia que resulta da junção da exata química com a natural fluidez de seus belos textos. Gerana, cuja beleza incomodou a ciumenta Hera, da família Damulakis, originária de Creta.
Espero não se importar que o "leitora crítica" esteja na área que dedico aos fundamentais.
Kali zoí.
Às vezes vejo o espectro de Duras em Saramago. Gosto muito dos dois.
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