Un artista sabe que no hay belleza sin forma pero también que la forma de la belleza depende del ideal de una cultura. El artista trasciende, parcial y momentáneamente, el dilema, añadiendo un factor: no hay belleza sin mirada. Es natural que un artista privilegie a la mirada. Pero un gran artista nos invita no sólo a mirar sino a imaginar.
Carlos Fuentes
quarta-feira, 16 de maio de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
A VISÃO DE PIGLIA
"Un estudioso del lenguaje debe creer en lo que a simple vista no se ve. La mirada del cazador solitario que rastrea en la costra reseca de la estepa la pisada liviana del fénix."
Ricardo Piglia- Encuentro en Saint- Nazaire
Postagem graças a um e-mail de minha querida poeta Silvia Zappia, do blog En Zigurat, que me mandou a maravilhosa frase de Ricardo Piglia.
Ricardo Piglia- Encuentro en Saint- Nazaire
Postagem graças a um e-mail de minha querida poeta Silvia Zappia, do blog En Zigurat, que me mandou a maravilhosa frase de Ricardo Piglia.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A CRÍTICA
Depois do direito de criar, o direito de criticar é o bem mais precioso que a liberdade de pensamento pode ofertar.
Vladimir Nabokov
Vladimir Nabokov
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
LIVRO DO ANO 2011 - LITERATURA ESTRANGEIRA
Foto: Orhan Pamuk, Nobel de Literatura de 2006
Gerana Damulakis
Esta postagem é para meu amigo, o poeta Goulart Gomes
OS LIVROS DO ANO 2011 FORAM MUITOS, MAS VOU DESTACAR CINCO DELES E COLOCAR O MUSEU DA INOCÊNCIA (COMPANHIA DAS LETRAS, 2011), DE ORHAN PAMUK, COMO O GRANDE LIVRO.
GRANDES LEITURAS:
BROOKLYN, DE COLM TÓIBÍN (Companhia das Letras, 2011)
NÊMESIS, DE PHILIP ROTH (Companhia das Letras, 2011)
CLARABOIA, DE JOSÉ SARAMAGO (Companhia das Letras, 2011)
E DEPOIS, DE NATSUME SOSEKI (Estação Liberdade, 2011)
MONSIEUR PAIN, DE ROBERTO BOLAÑO (Companhia das Letras, 2011)
O fato de ter escolhido o livro de Pamuk vem obviamente da empatia que a leitora sentiu com o tema. Mas foi Urania Peres quem melhor disse sobre o livro. Primeiramente, ela colocou algo muito interessante, ou seja, os livros de Pamuk passam para o leitor, quase como uma contaminação, o sentimento dominante da narrativa. Se o livro Istambul, também de Pamuk, levanta uma vontade intensa de viajar para Istambul, este O museu da inocência, cujo tema é a obsessão, cria, durante a leitura, uma verdadeira obsessão pela própria leitura do romance. Dito isso, não resta mais o que completar, apenas indicar tal leitura tão envolvente.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
CLARICE LISPECTOR (10/12/1920 - 09/12/1977)
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
LEMBRETE
Gerana Damulakis
Ah! Quantas vezes digo para mim mesma os versos do "Lembrete" de Drummond.
Se procurar bem, você acaba encontrando
não a explicação (duvidosa) da vida,
mas a poesia (inexplicável) da vida.
Carlos Drummond de Andrade
Ilustração: René Magritte. Les Enfants Trouvés: La Traversée Diffícile, 1968.
Ah! Quantas vezes digo para mim mesma os versos do "Lembrete" de Drummond.
Se procurar bem, você acaba encontrando
não a explicação (duvidosa) da vida,
mas a poesia (inexplicável) da vida.
Carlos Drummond de Andrade
Ilustração: René Magritte. Les Enfants Trouvés: La Traversée Diffícile, 1968.
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