quarta-feira, 16 de maio de 2012

CARLOS FUENTES (11/11/1928 - 15/05/2012)

Un artista sabe que no hay belleza sin forma pero también que la forma de la belleza depende del ideal de una cultura. El artista trasciende, parcial y momentáneamente, el dilema, añadiendo un factor: no hay belleza sin mirada. Es natural que un artista privilegie a la mirada. Pero un gran artista nos invita no sólo a mirar sino a imaginar.
Carlos Fuentes

sábado, 21 de abril de 2012

A VISÃO DE PIGLIA

"Un estudioso del lenguaje debe creer en lo que a simple vista no se ve. La mirada del cazador solitario que rastrea en la costra reseca de la estepa la pisada liviana del fénix."

Ricardo Piglia- Encuentro en Saint- Nazaire

Postagem graças a um e-mail de minha querida poeta Silvia Zappia, do blog En Zigurat, que me mandou a maravilhosa frase de Ricardo Piglia.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A CRÍTICA

Depois do direito de criar, o direito de criticar é o bem mais precioso que a liberdade de pensamento pode ofertar.
Vladimir Nabokov

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

LIVRO DO ANO 2011 - LITERATURA ESTRANGEIRA

Foto: Orhan Pamuk, Nobel de Literatura de 2006

Gerana Damulakis
Esta postagem é para meu amigo, o poeta Goulart Gomes


OS LIVROS DO ANO 2011 FORAM MUITOS, MAS VOU DESTACAR CINCO DELES E COLOCAR O MUSEU DA INOCÊNCIA (COMPANHIA DAS LETRAS, 2011), DE ORHAN PAMUK, COMO O GRANDE LIVRO.

GRANDES LEITURAS:
BROOKLYN, DE COLM TÓIBÍN (Companhia das Letras, 2011)
NÊMESIS, DE PHILIP ROTH (Companhia das Letras, 2011)
CLARABOIA, DE JOSÉ SARAMAGO (Companhia das Letras, 2011)
E DEPOIS, DE NATSUME SOSEKI (Estação Liberdade, 2011) 
MONSIEUR PAIN, DE ROBERTO BOLAÑO (Companhia das Letras, 2011)

O fato de ter escolhido o livro de Pamuk vem obviamente da empatia que a leitora sentiu com o tema. Mas foi Urania Peres quem melhor disse sobre o livro. Primeiramente, ela colocou algo muito interessante, ou seja, os livros de Pamuk passam para o leitor, quase como uma contaminação, o sentimento dominante da narrativa. Se o livro Istambul, também de Pamuk, levanta uma vontade intensa de viajar para Istambul, este O museu da inocência, cujo tema é a obsessão, cria, durante a leitura, uma verdadeira obsessão pela própria leitura do romance. Dito isso, não resta mais o que completar, apenas indicar tal leitura tão envolvente.




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

CLARICE LISPECTOR (10/12/1920 - 09/12/1977)

(...) como poderei dizer senão timidamente assim: a vida se me é. A vida se me é, e eu não entendo o que digo. E então adoro.- - - - - - -
em A Paixão segundo G.H.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

LEMBRETE

Gerana Damulakis

Ah! Quantas vezes digo para mim mesma os versos do "Lembrete" de Drummond.

Se procurar bem, você acaba encontrando
não a explicação (duvidosa) da vida,
mas a poesia (inexplicável) da vida.
                                                Carlos Drummond de Andrade

Ilustração: René Magritte. Les Enfants Trouvés: La Traversée Diffícile, 1968.